In the Clouds

Wired

Um balão da Google no ar com as montanhas Alpes do Sul ao fundo, em Tekapo, Nova Zelândia há cinco dias. Google está testando os balões para navegar na estratosfera e conectar a Internet .

6-15-13-Google-Balloons_full_380(AP Photo / Jon Shenk)

Os Americanos ja fizeram experiencias com Drones para manter a Internet em zonas de Guerra,onde tentaram cortar contatos e noticias para os insurgentes e obtiveram sucesso,agora e a vez da Google..

Se você for para algum lugar que possa ser considerado como “o meio do nada”, muito provavelmente você não terá internet. Bem, segundo a Wired, o Google quer mudar isso enviando balões para a estratosfera para dar Wi-Fi gratuito ao mundo.  Claro que so o Google iria sonhar algo tão impossível e radical como cobrir o mundo em balões a 18.000 m acima do nível do mar para o mundo inteiro entrar na Internet. É algo saído de reuniões sobre o futuro, algo vindo de conversas entre pessoas inteligentes que apenas se perguntaram: “Por que não?”. É algo que até mesmo o próprio Google admite ser loucura, chamando o de Projeto Loon – vem da palavra “balloon” e também significa “pessoa maluca”. O que exatamente é o Projeto Loon? É um plano para fazer centenas  de balões de alta pressão voarem da Terra e fornecerem internet para bilhões de pessoas. Faz parte do famoso Google X Lab, que trouxe ao mundo o Google Glass e carros autônomos. Segundo a Wired: “Esta é uma proposta audaciosa, e hoje em Christchurch, o Google fez uma conferência à imprensa com o primeiro-ministro da Nova Zelândia para revelá-lo formalmente. O Google também fará o maior teste do Projeto Loon: 50 pessoas em Christchurch dentro de uma faixa de 20 km dos balões verão se eles podem se conectar a partir do céu.” Como é que o Google vai controlar os balões de internet? Através da flutuabilidade variável: isso significa guiá-los ao ajustar a altitude, e dessa forma encontrar correntes de vento desejáveis. O Google permite que os balões voem naturalmente, mas também irá movê-los para cima ou para baixo para pegar os ventos na direção mais apropriada. Os balões serão transportados pelo vento no dobro da altitude de cruzeiro dos aviões – então não deve haver problemas de conflito aereo – e eles “fornecerão acesso à Internet no chão em velocidades semelhantes a redes atuais 3G, ou mais rápido”.

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Google figures that for each person that can get online, there are at least two who can’t. That’s almost 5 billion people without access to the Internet. And many of those who can’t get online are in rural areas where installing fiber-optic cables or accessing the Internet via satellites is prohibitively expensive.

That’s why Google Loon was in Christchurch, New Zealand, on Saturday doing their first big test of the concept.

Here’s how it works. Large weather-type balloons (49 feet in diameter) are floated at an altitude of 12 miles above the Earth, well above where commercial aircraft fly. A series of stations on the ground (about 60 miles apart) bounce signals off some 300 balloons carrying solar-powered radio transmitters, which also communicate between balloons. The high-altitude balloons circle the globe untethered, riding the winds along the 40th parallel.  The balloons could be steered, somewhat, “by tweaking altitude to find wind currents whooshing in the right direction. Google, which is pretty good at computation, could use the voluminous government data available to accurately simulate wind currents in the stratosphere,” according to an article in Wired.

Google calculates that each balloon could provide Internet access to an area twice the size of New York City –  about 1,250 square kilometers.

Is that enough to bridge the digital divide? Probably not. As Richard Bennett, a fellow with the nonprofit Information Technology and Innovation Foundation, told the Associated Press, cellphone towers and smartphones are already quickly bridging that divide in developing countries. “I’m really glad that Google is doing this kind of speculative research,” he said. “But it remains to be seen how practical any of these things are.”

Why the test debut in Christchurch?

This location hints at a less ambitious but more probable use of Project Loon – if it works: To provide Internet access in disaster areas, where an earthquake or storm has knocked out access. In 2011, an earthquake in Christchurch killed 185 people and left thousands without Internet access, some for weeks. “Here in Christchurch, we’re well aware of the importance of connectivity in crisis situations, and Project Loon could be of major benefit to aid organizations and disaster-affected governments alike as they help get cities up and running again,” said Mayor Bob Parker, according to the New Zealand Herald.

How did the test go? Well, Charles Nimmo, a sheep farmer in the small town of Leeston, New Zealand, reported that thanks to a red Google dish (shaped like a Google Map pin) on his roof, he got Internet access for about 15 minutes before the Google balloon floated out of range Saturday.

Nimmo, who says he has paid up to $1,000 a month in satellite Internet fees, described the project as “weird. But it’s been exciting to be part of something new.”

Esse post foi publicado em Computadores e Internet, Historias da Aviação. Bookmark o link permanente.

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