O nascimento da Internet-Norad e Sputinik

Em Viracopos(Campinas),vi o Air Force One parqueado com uma das 4 turbinas em revezamento funcionando sem parar, nessa operacao de prontidao.Foi assim que conheci como e rigorosa a questao de Seguranca Nuclear,ja que o Jumbo Presidencial Americano e tambem um Centro de Operacoes e o unico do tipo que pode ser reabastecido no ar. O Norad Command Center construiu Bunkers Nucleares no interior de montanhas como Rocky Mountain e Chayenne Mountain que tinham mais de 600mts de profundidade para resistir a impactos nucleares,equipados com filtros para guerra bacteriologica,quimica e conseguir manter comunicacao com as tropas via ARPAnet.Com o aumento de potencia das ogivas,alguns desses locais foram desativados e outros nao sao mais de conhecimento publico.  O ano de 1957 marcou o início da história da Internet, quando a extinta União Soviética lançou no espaço o foguete espacial “Sputnik”. Quatro meses depois do lançamento do foguete, o presidente dos Estados Unidos da América, Eisenhouwer, anunciou a criação do ARPA – Advanced Research Projects Agency. Tratava-se de um projeto em que quatro supercomputadores interligavam-se, mas para utilização exclusiva das forças armadas. A criação desse projeto tinha o intuito de que os centros militares pudessem comunicar-se entre si, no caso de um possível ataque nuclear.

Em 1969, quando os Estados Unidos viviam o auge da Guerra Fria, foi construída uma rede de fibra ótica de alta velocidade, que conectava centros de supercomputadores, localizados em pontos chaves de seu território, a partir de ligações feitas entre alguns supercomputadores da NSF – National Science Fundation – (organismo norte americano dedicado ao desenvolvimento cientifico e equivalente ao CNPq no Brasil). A rede da NSF, chamada de “backbone da NSF”, teve um papel fundamental no desenvolvimento da internet na última década, por reduzir substancialmente o custo da comunicação de dados para as redes de computadores existentes, as quais foram amplamente estimuladas a se conectar ao “backbone” da NSF.
Durante os anos 70 e 80 muitas universidades se conectaram a essa rede. Ela deixou de ser usada apenas para fins militares, passando a ser utilizada também para fins culturais. No ano de 1970 os pesquisadores passaram a utilizar a rede como correio eletrônico. Esse foi o início informal da internet, de forma similar a que conhecemos hoje. Devido a sua crescente utilização, em 1970, a rede foi dividida em duas bases: a ARPAnet (civil) e a MILnet (militar). Em 1972 já eram 37 supercomputadores interligados.
Os EUA liberaram a rede para uso comercial em 1982, quando estabeleceu-se como padrão o protocolo TCP/IP (Transmission Control Protocol/Internet Protocol). Esse padrão resultou, na configuração atual da internet, ou seja, um conjunto de redes que se interligam utilizando o protocolo TCP/IP. Em 1985, a NSF-National Science Foundation criou a NSFnet, interligando todos os supercomputadores dos maiores centros americanos de pesquisa. No ano de 1986, as redes NSFnet e ARPAnet foram conectadas entre si, assumindo o nome de INTERNET. As primeiras empresas provedoras de acesso comercial à internet surgem nos EUA, em 1992. A sua difusão no mundo todo só veio ocorrer realmente no ano de 1993 com o surgimento da WEB.
No ano de 1993, Marc Andreessen, estudante da NCSA (National Center of Supercomputing Applicatiom), da Universidade de Illinois, apresentou o Mosaic, software capaz de trazer imagens para as telas dos microcomputadores através da internet. Tal aplicação tomou-se um grande sucesso, fazendo com que as empresas tomassem conhecimento do magnífico aparato tecnológico da internet.
Em 1994 Andreessen se associou a Jim Clark, da Silicon Graphics, e fundaram a Netscape Corporation. Antes do final do mesmo ano foi lançada a primeira versão do navegador – um programa usado para o acesso à rede mundial “internet” (versão comercial do Mosaic) e, a partir daí, o crescimento da internet foi inevitável, contando hoje com milhões de computadores interligados e milhares de Web sites – pessoais e comerciais.
Autor: Franchi Foglia
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