Viajante solitario no Caribe

A longa viagem sobre o mar,comeca sempre de madugada e vai ate o anoitecer . No caso de bom tempo ,da para fazer algumas etapas noturnas,nesse pequeno aviao que foi treinador primario nos aeroclubes,apos os CAP-56  Paulistinha.                                                        Quem faz uma viagem transoceanica,nao imagina a dificuldade de transladar pequenas aeronaves pelo Caribe.Sem o atendimento rapido do Search and Rescue,o remedio e colocar um pequeno bote obrigatorio e o maximo possivel nas mochilas de sobrevivencia.

Quando era permitido pela legislacao,alguns colocavam um deposito de gasolina suplementar de borracha,onde bombeavam manualmente para os  tanques,nas etapas mais longas e desviando do espaco aereo proibido de Cuba.

O que compensa a solidao da viagem e a paisagem vista de lugares desabitados dessas ilhotas perdidas de corais.

Chegando  com pouca gasolina,e um alivio avistar mesmo uma pequena ilhota,gracas ao GPS.Imagino a situacao de outro amigo da Vasp, que trouxe para Curitiba, um  raro biplano da l guerra  para um circo aereo com uma bussola e um walkie-talkie.

Em casa……so falta atravessar a Floresta Amazonica e curtir as praias de Aracaju.Bom pouso,meu amigo…e feliz ano novo…na proxima eu vou…

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